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A Saúde Emocional

O que tem a ver a o estado de espírito de uma pessoa, seus pensamentos, emoções e comportamentos, com seu sistema imunológico ?

 

Há um número crescente de evidências de que as doenças no corpo são emoções presas que estão nos afetando de maneiras reais e físicas. Ao liberar emoções negativas suprimidas, reprimidas e presas, podemos curar nossos corpos e nossas mentes. 

Neste sentido, surgiram novas perspectivas como a psiconeuroimunologia, algumas delas apontadas por George Solomon, em 1964, que explicam como grande parte das doenças crónicas resultam também da qualidade das nossas emoções. Também António Damásio, o «neurocientista das emoções», como muitos lhe chamam, refere que não é possível entendermos o cérebro sem percebermos as emoções humanas e que as emoções são reações que acontecem no corpo.

Dr. Mercola diz: “A resposta natural do estresse pode ter um impacto significativo na função imunológica, na química do cérebro,  nos níveis de açúcar no sangue, no equilíbrio hormonal e muito mais."

Um estudo da Universidade de Michigan analisou se podemos ou não cultivar emoções positivas para afetar nosso corpo e otimizar a saúde. Eles descobriram que “emoções negativas (por exemplo, medo, raiva e tristeza) limitam o repertório de pensamentos do indivíduo em ações específicas que servem à função ancestral de promover a sobrevivência.” Em outras palavras, nossa reação de luta ou fuga entra em ação quando temos uma emoção negativa e nos sentimos agressivos ou como se precisássemos nos esconder dos sentimentos.

Pesquisadores do Departamento de Psicologia da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, Pensilvânia, dizem que “fatores psicológicos podem influenciar a imunidade e a doença mediada pelo sistema imunológico”. Além disso, o estudo encontrou evidências substanciais de que fatores como estresse, afeto negativo [emoções], depressão clínica, apoio social e repressão / negação podem influenciar indicadores celulares e humorais [do líquido linfático] do estado da função imunológica. As emoções negativas têm um grande impacto no sistema imunológico do corpo.

Até mesmo a NASA, após a explosão na missão Apollo 13 que pôs em perigo a sua volta à Terra, notou que os astronautas ficaram muito estressados. Os médicos da NASA notaram que sua quantidade de células imunes diminuíra bastante, e dois dos três astronautas estavam com uma resistência tão baixa que ficaram gripados. O  estresse reduziu o número de células imunes, e começaram a constatar que sistema imunológico não é autônomo como se pensava.

Os cientistas da Universidade de Michigan dizem que emoções positivas (por exemplo, alegria, interesse e contentamento), por sua vez, ampliam o repertório de pensamento-ação momentâneo de um indivíduo. Ao ampliar o repertório de ação-pensamento momentâneo, as emoções positivas afrouxam o domínio que as emoções negativas ganham na mente e no corpo de um indivíduo ao desfazer a preparação psicológica e fisiológica estreita para uma ação específica.

Assim, na Bio-R empregamos técnicas e ferramentas dedicadas à saúde emocional, que vão desde o uso de tecnologias de física quântica até a psicoterapia, a psicossomática, o treinamento em inteligência emocional, a reprogramação de condicionamentos emocionais, entre vários outros.

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Desta maneira, se pudermos nos reprogramar e reequilibrar emocionalmente, poderemos estar mais saudáveis. As emoções positivas ajudaram a eliminar o efeito das emoções negativas no corpo. Elas desencadeiam mudanças celulares que melhoram o funcionamento normal do corpo.

Entre as ferramentas tecnológicas de biorressonância quântica que nos auxiliam na abordagem do aspecto emocional e mental, está o Aquera: